Helicóptero envolvido em colisão no Recreio tinha acordo com a Prefeitura do Rio

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No último domingo, um acidente envolvendo dois helicópteros na região do Recreio dos Bandeirantes resultou na morte de seis pessoas. Entre as aeronaves envolvidas, está o helicóptero de matrícula PR-DJJ, que tinha um acordo formal com a Prefeitura do Rio de Janeiro e que, até então, operava sob uma autorização específica.

Este helicóptero, propriedade do empresário Maurício da Cunha e Silva Espíndola Dias, estava registrado na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) como uma aeronave de transporte privado de passageiros. Segundo documentos obtidos, o empresário assinou, em abril de 2025, um termo de compromisso com o Centro de Operações e Resiliência da prefeitura, que previa a cessão periódica de horas de voo em troca do uso do heliponto localizado na Lagoa Rodrigo de Freitas.

Atualmente, o helicóptero permanece registrado e em operação, e investigam-se os detalhes do acordo firmado com a administração pública. Ainda não há informações sobre possíveis implicações legais ou novas ações que possam ser tomadas a respeito do incidente.


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