A paralisação dos ônibus no Rio de Janeiro teve início à meia-noite desta segunda-feira (29), causando interrupções no transporte público e afetando milhares de usuários que dependem do serviço para deslocamento, trabalho e estudo. Para minimizar os impactos, a Justiça do Trabalho decretou uma operação mínima de veículos em circulação durante o movimento.
A decisão judicial exige que uma quantidade reduzida de ônibus funcione na cidade, ao mesmo tempo em que outros meios de transporte, como trens, metrô e barcas, ajustam suas operações para atender ao aumento da demanda. Em caráter de urgência, o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região determinou que as empresas de ônibus e o sistema BRT garantam a manutenção de uma frota mínima que permita o funcionamento de parte dos serviços durante a greve dos rodoviários.
Atualmente, a situação permanece em evolução, e a expectativa é que setores reguladores monitorem a continuidade do serviço até o fim do movimento.
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