A preservação da saúde auditiva em indivíduos com mais de 50 anos está ligada à manutenção das funções cognitivas, sendo uma estratégia importante para reduzir o risco de desenvolvimento de demência no Brasil. A perda de audição, quando não tratada, impacta diretamente o funcionamento cerebral, exigindo esforço excessivo do cérebro na interpretação dos sons.
Com a diminuição da capacidade auditiva, o cérebro precisa dedicar mais recursos na decodificação de sons e palavras, afetando funções como memória e raciocínio lógico. Essa sobrecarga constante pode ocasionar desgaste das conexões neurais em várias áreas do sistema nervoso. Pesquisas realizadas pela Universidade Johns Hopkins indicam que esse processo de desgaste mental é uma consequência do aumento do esforço cognitivo causado pela perda auditiva.
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