No Rio de Janeiro, o número de moradores que vivem sozinhos tem apresentado crescimento significativo. Dados recentes do IBGE indicam que 23,4% dos habitantes da cidade habitam de forma unipessoal, uma proporção superior à média nacional, de 19,7%.
Esse fenômeno reflete uma mudança na configuração habitual dos domicílios na região, marcada pelo aumento de indivíduos que residem sem companhia. Tais alterações estão associadas a transformações sociais, econômicas e demográficas ocorridas na sociedade fluminense.
Além do crescimento das residências unipessoais, o estado do Rio de Janeiro apresenta a maior proporção de mulheres do país. A relação é de 91,4 mulheres para cada 100 homens. Essa predominância feminina é observada na maior parte das faixas etárias, com exceção do grupo de jovens entre 20 e 24 anos, onde a quantidade de homens supera a de mulheres.
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