Na Bolívia, continuam as manifestações que já se estendem por 36 dias, com mais de 80 bloqueios em várias rodovias do país. As ações de protesto estão relacionadas a uma crise política que resultou na prisão de lideranças, em meio ao apoio político de um representante de Washington.
Organizações sociais locais têm criticado duramente as detenções, classificando-as como “sequestros”, e reivindicam a libertação dos presos. As autoridades acusam alguns dos detidos de envolvimento em atividades ilegais, como terrorismo e incitamento à violência pública.
Entre os indivíduos presos estão a ex-senadora Simone Quispe, do partido MAS, de orientação esquerdista, e outras lideranças como Justino Apaza, secretário executivo da Federação de Conselhos de Bairros de La Paz, e Yesenia Varga. O cenário atual evidencia uma profunda polarização, e o governo mantém as ações de repressão. O futuro das manifestações e possíveis desdobramentos permanecem incertos.
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