Pesquisadores da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro estão na fase final de um estudo que busca desenvolver estratégias para a preservação a longo prazo dos ecossistemas aquáticos. A investigação foca na identificação e análise de poluentes invisíveis encontrados em rios, lagoas e áreas costeiras da região, cuja presença já foi constatada em diferentes partes do mundo, mas cujos efeitos especificamente na biodiversidade brasileira ainda não estão claramente compreendidos.
A pesquisa destaca a necessidade de ampliar o entendimento sobre os impactos desses contaminantes nos ambientes aquáticos do país. Os cientistas demonstram preocupação com possíveis consequências na fauna, na produção pesqueira e na saúde humana, áreas que podem ser afetadas pela introdução de substâncias químicas não detectadas até o momento.
Atualmente, o estudo encontra-se próximo de apresentar propostas de ações e técnicas que possam garantir a sustentabilidade desses ecossistemas por períodos prolongados. Os resultados deverão subsidiar futuras políticas de proteção ambiental e orientar estratégias de monitoramento mais eficazes, considerando a complexidade dos poluentes invisíveis que circulam na água.
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