Uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância revelou que, em três comunidades brasileiras, aproximadamente 600 famílias relatam um elevado consumo de alimentos ultraprocessados entre crianças, apesar de expressarem preocupação com uma alimentação saudável. Os dados indicam que esses produtos estão presentes em metade dos lares durante o lanche infantil e em um quarto deles já compõem o café da manhã das crianças.
Entre os itens mais consumidos, destacam-se iogurtes saborizados, embutidos, biscoitos recheados, refrigerantes e macarrão instantâneo. Esses alimentos industriais apresentam uma combinação de ingredientes naturais com aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e emulsificantes.
A alta frequência de consumo de ultraprocessados por crianças levanta preocupações, pois esse padrão alimentar é frequentemente relacionado a impactos na saúde, embora a pesquisa não especifique as consequências específicas. A dinâmica do consumo dessas categorias deve continuar sendo monitorada pelas instituições de saúde e educação, sobretudo nas comunidades investigadas.
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