Uma fiscalização conjunta realizada nesta quarta-feira (4) no interior do Rio de Janeiro resultou na apreensão de mercadorias avaliadas em quase R$ 1,5 milhão. As cargas apresentavam problemas na documentação fiscal, além de divergências em lacres e em placas de veículos.
As abordagens ocorreram nos postos fiscais de Timbó, em Itaperuna, e de Campos, no Norte Fluminense. Ao todo, os produtos apreendidos foram avaliados em R$ 1.473.500 e incluem sacos de cimento, caixas de peças automotivas, sucata e etanol anidro.
Em um dos caminhões, os fiscais encontraram 7.200 caixas de peças automotivas, avaliadas em R$ 1,1 milhão, transportadas sem nota fiscal. A carga seguia de Duque de Caxias para Campos dos Goytacazes e foi lacrada e encaminhada para a Receita Estadual.
Em outro veículo, foram identificadas 10 toneladas de sucata, no valor de R$ 11 mil, também sem documentação fiscal. A carga foi apreendida e o motorista, autuado.
Em um dos postos, os agentes ainda localizaram 1.000 sacos de cimento, avaliados em R$ 32 mil, sem nota fiscal. O material seguia de Itaperuna para Campos, foi apreendido e o condutor foi autuado.
Outro caminhão, com 38,4 toneladas de sucata avaliadas em R$ 60,4 mil, apresentou documentação irregular. O endereço de carregamento informado nos documentos não correspondia ao local identificado pela fiscalização.
As ações foram conduzidas pela Operação Foco, vinculada ao Gabinete de Segurança Institucional do Governo do Estado (GSI-RJ), em parceria com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-RJ).
No posto de Timbó, três abordagens identificaram problemas na documentação das mercadorias. Em uma delas, foram encontradas 1.523 caixas de peças automotivas, avaliadas em R$ 188 mil, transportadas sem nota fiscal.
Em outra fiscalização no mesmo posto, uma carreta com 39,6 toneladas de sucata, estimadas em R$ 70,4 mil, também apresentou documentação irregular, com divergência entre o endereço de carregamento informado e o local identificado pelos fiscais.
Também em Timbó, uma carga de etanol anidro avaliada em R$ 145,1 mil chamou a atenção por divergências nos lacres de segurança. Os números registrados na documentação eram diferentes dos encontrados no veículo, e a placa do semirreboque não correspondia à informada na nota fiscal.
As cargas foram lacradas e encaminhadas para a Receita Estadual. Os motoristas foram autuados e as mercadorias apreendidas.
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