Mulher de 66 anos de Itaipuaçu enfrenta amputação após complicações de ferimento não tratado

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Rosimeri, de 66 anos, residente em Itaipuaçu, Maricá, vive uma rotina marcada por consequências de problemas de saúde agravados pelo passar do tempo. Sua condição evoluiu drasticamente ao longo de um ano, iniciando com um simples ferimento no pé que, inicialmente, foi tratado como um calo. O quadro piorou rapidamente, levando a complicações severas que culminaram na perda de uma das pernas, além de várias intervenções cirúrgicas.

A moradora, que é diabética e hipertensa, percebeu os primeiros sinais do agravamento em 2025, quando seu ferimento no dedo começou a escurecer após aproximadamente duas semanas. O problema se agravou de forma rápida, insistindo na necessidade de atendimento médico de emergência. Desde então, ela passou por dez cirurgias, além de sofrer uma fratura no fêmur após uma queda recente, o que agravou sua mobilidade.

Atualmente, Rosimeri não consegue se deslocar sozinha e depende da assistência familiar para atividades diárias básicas. Sua rotina diária é marcada por dores constantes e limitações físicas, refletindo as dificuldades de um quadro de saúde que se intensificou ao longo do tempo. No momento, ela enfrenta uma fase de recuperação e cuidados, aguardando possíveis novos procedimentos ou medidas para melhorar sua qualidade de vida.


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