MPF recomenda aumento de vagas para mulheres na EsPCEx devido a desigualdade de gênero

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O Ministério Público Federal (MPF), por intermédio da Procuradoria dos Direitos do Cidadão no Rio de Janeiro, identificou indícios de discriminação de gênero no processo seletivo da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx). A análise aponta que, das 440 vagas oferecidas, apenas 40 foram destinadas a mulheres, representando menos de 10%, percentual que se repete na edição do ano anterior.

Para enfrentar essa desigualdade, o MPF recomendou ao Exército que elabore, em até 90 dias, um plano de ações voltado ao aumento do número de oportunidades reservadas a candidatas na futura seleção. A iniciativa busca promover maior equilíbrio na distribuição das vagas, promovendo uma proporção mais justa entre os gêneros nos próximos cinco anos. A recomendação foi emitida após o Exército não aceitar assinar um documento relacionado ao tema.


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