Longa “Proteção”, construído em sete anos, aborda racismo e ancestralidade, impulsionado por artistas da periferia

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Um novo filme, intitulado “Proteção”, foi lançado recentemente após sete anos de produção. A obra estreou no dia 9 de agosto no Cine Odeon, no centro do Rio de Janeiro, durante a 18ª edição do Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul. A narrativa aborda temas como racismo, ancestralidade e escolhas, refletindo por meio de uma história forte e emocional.

A realização do filme foi marcada por desafios, incluindo o período da pandemia, que influenciou sua produção. O projeto foi conduzido pelo diretor Alberto Sena, natural de São Gonçalo, onde também desenvolveu sua trajetória artística e cultural. Sena destacou sua ligação com a cidade, reforçando o envolvimento pessoal na criação do filme.

Ao seu lado, o produtor executivo Marcos Moura também reforçou a conexão com a região, mencionando sua origem na área que fica na divisa entre São Gonçalo e Itaboraí. Atualmente, a produção segue em circulação e busca alcançar novos públicos, consolidando-se como uma narrativa relevante dentro do cinema brasileiro.


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