Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal Fluminense revelou uma forte relação entre o aumento da cobertura vacinal e a redução significativa na mortalidade infantil por doenças infecciosas preveníveis. O estudo analisou seis décadas de registros de internações de pacientes pediátricos no Hospital Universitário Antônio Pedro, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Os resultados mostram que, entre 1965 e 1985, mais de 86% das mortes por patologias imunopreveníveis ocorreram antes da ampla implementação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
A investigação acadêmica, publicada em periódico especializado, destaca a influência do avanço nas campanhas de vacinação na diminuição dos óbitos infantis ligados a doenças evitáveis. Desde os anos 1980, momentos posteriores ao fortalecimento do PNI, observa-se uma queda expressiva na mortalidade infantil relacionada a essas patologias, reforçando a importância da imunização na saúde pública brasileira.
Atualmente, o estudo aponta que o progresso na imunização continua a ser uma estratégia crucial para diminuir o risco de mortes por doenças infecciosas entre crianças, indicando a necessidade de manter e ampliar as ações de vacinação no país.
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