Deputado Professor Josemar (PSOL) agride manifestante durante evento na UERJ, em São Gonçalo

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Parlamentar participava de ato público de prestação de contas ao lado de Glauber Braga quando confusão terminou em agressão e denúncia de destruição de celular

Um episódio de violência marcou um evento político realizado nesta segunda-feira, 13 de abril, nas dependências da UERJ, em São Gonçalo. O deputado estadual Professor Josemar (PSOL), que participava de uma atividade pública divulgada como debate e prestação de contas do mandato, acabou se envolvendo em uma agressão contra um manifestante durante a agenda. O encontro também contava com a presença do deputado federal Glauber Braga.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o parlamentar avança fisicamente contra um homem que acompanhava a movimentação no local. Segundo relatos ligados ao episódio, o manifestante registrava em vídeo uma discussão no ambiente do evento quando foi surpreendido pela reação do deputado. As imagens provocaram forte repercussão política e abriram uma onda de críticas à conduta do parlamentar dentro de um espaço universitário.

A situação ganhou contornos ainda mais graves por causa da denúncia de que o celular da vítima teria sido quebrado durante a confusão pelo assessor parlamentar ligado ao gabinete de Professor Josemar.

O caso levanta questionamentos sérios sobre a postura esperada de agentes públicos em eventos institucionais. Um deputado estadual, no exercício do mandato e diante do público, deve responder com equilíbrio, transparência e respeito ao contraditório — não com agressão física. A reação registrada em vídeo contrasta com a liturgia do cargo e amplia o desgaste político do parlamentar. Professor Josemar se apresenta publicamente como deputado estadual do PSOL e presidente da Comissão de Combate às Discriminações da Alerj.

Até o momento, o deputado não se pronunciou sobre o episódio e não houve confirmação pública, nas mesmas referências, sobre eventual registro de ocorrência policial pela vítima. Diante da repercussão, cresce a pressão por esclarecimentos sobre a agressão, sobre a atuação da equipe presente no local e sobre a denúncia de destruição do aparelho que registrava a cena. A matéria está em apuração.

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