Crise climática afeta economia e aumenta desigualdades, alerta debate no Museu do Amanhã

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Na manhã desta sexta-feira, um debate realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, abordou o impacto cada vez mais evidente das mudanças climáticas na economia urbana e na desigualdade social. O evento, intitulado “Quando o extremo vira rotina: como eventos climáticos transformam a economia e nosso dia a dia?”, destacou como fenômenos extremos deixam de ser ocorrências pontuais para se tornarem situações habituais, pressionando recursos públicos e agravando disparidades sociais.

O encontro, promovido pelo HUB de Economia e Clima do Instituto Clima e Sociedade (iCS) em parceria com a Escola de Ciências do Museu do Amanhã, contou com a participação de especialistas no tema. Entre eles, estavam Rogério Studart, conselheiro do HUB, e Luize Sampaio, responsável pela coordenação de Informações da Casa Fluminense. A mediação foi feita pelo jornalista e gestor ambiental Emanuel Alencar.

A discussão centrada na recorrência de eventos climáticos extremos evidenciou as consequências imediatas para cidades brasileiras, incluindo o aumento de custos públicos e o agravamento das desigualdades sociais. A conversa seguiu com análises sobre as dinâmicas atuais e possíveis ações para lidar com os desafios presentes e futuros ligados às mudanças ambientais.


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