O uso do antidepressivo sertralina tem crescido significativamente no Brasil, refletindo uma tendência de aumento no consumo de medicamentos para saúde mental. Dados nacionais indicam que, entre 2022 e 2024, houve uma elevação de 18,6% na utilização dessas substâncias pelos brasileiros.
Embora amplamente utilizados, os medicamentos à base de sertralina deixam participantes do estudo atentos a um aspecto pouco divulgado: após o consumo, parte do princípio ativo permanece no organismo e é excretada pelo sistema urinário. Sem um tratamento adequado, essas substâncias chegam ao sistema de esgoto, chegando a impactar o ambiente aquático.
Atualmente, a presença da sertralina e outras substâncias similares nos corpos d’água suscita debates sobre possíveis efeitos ambientais. Especialistas indicam que essa questão demanda atenção, sobretudo diante do aumento do consumo de medicamentos para saúde mental no país. Os próximos passos incluem monitoramento contínuo e o desenvolvimento de estratégias para minimizar eventuais prejuízos ao ecossistema aquático.
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