No Rio de Janeiro, há um aumento no consumo de cogumelos alucinógenos, apesar das advertências explícitas de que os produtos não são indicados para consumo humano. Essas substâncias são frequentemente vendidas com rótulos informando que o item é “destinado a pesquisa” e contraindicado para ingestão. Contudo, a proibição formal e os avisos não parecem impedir sua utilização com fins recreativos.
Os chamados “cogumelos mágicos”, que possuem a substância psilocibina, estão entre as espécies mais procuradas, especialmente as do gênero Psilocybe, como o Psilocybe cubensis. A popularização desses fungos tem se dado, sobretudo, por meio de plataformas digitais e redes sociais, onde a circulação de informações facilita o acesso ao produto. Essa situação reflete uma tendência de aumento no consumo, mesmo com o reconhecimento das restrições legais existentes.
Até o momento, não há informações sobre mudanças na legislação ou ações específicas de fiscalização no município. As estratégias de controle e orientação continuam sendo pontos de debate e atenção de autoridades e da sociedade civil.
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