As primeiras análises das auditorias conduzidas pelo governo interino revelaram irregularidades relacionadas ao programa Segurança Presente e a contratos vinculados à sua operação. Essas investigações resultaram na decisão de transferir a gestão do programa da Secretaria de Estado de Governo (Segov) para a Polícia Militar, medida confirmada em publicação no Diário Oficial.
De acordo com os achados iniciais, agentes envolvidos na operação do programa teriam utilizado informações falsas ou duplicadas para atingir metas internas. Entre as irregularidades, há relatos de placas de veículos copiadas de forma aleatória em estacionamentos de shoppings e supermercados, com o objetivo de aumentar artificialmente os números de registros e resultados apresentados pelo programa.
A situação ainda está em avaliação, e novas etapas das auditorias estão em andamento. A expectativa é de que os desdobramentos possam definir futuras ações em relação à gestão e à fiscalização do programa Segurança Presente.
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