Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, continuará detido em uma prisão federal de segurança máxima em Brasília. A decisão foi tomada por representantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio de Janeiro, que consideraram o risco de interferência nas investigações caso o suspeito fosse redistribuído para uma unidade de segurança estadual.
De acordo com o órgão ministerial, Adilsinho ocupa uma posição de comando em uma organização criminosa envolvida com o contrabando de cigarros do Paraguai e o jogo do bicho, além de praticar crimes violentos. A Justiça destacou que a influência do investigado seria prejudicial à continuidade das apurações, justificando sua permanência na prisão federal.
Atualmente, a investigação permanece em andamento, e as autoridades aguardam novos desdobramentos próximos.
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