Desembargador Ricardo Couto exonera mil servidores e intensifica crise na transição do governo do Rio

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Após a exoneração de mais de mil funcionários, o desembargador Ricardo Couto intensificou sua atuação na reorganização da estrutura administrativa, sinalizando um impacto direto na gestão estadual e gerando repercussões para o próximo governador. A movimentação ocorre em um momento delicado, marcado por preocupações sobre a imagem do governo e a continuidade de cargos públicos.

A substituição de diversos servidores, especialmente em setores ligados ao meio ambiente, tem sido vista como uma estratégia de ajustes internos pelo atual comando. Entraram em seus novos cargos nomes de diferentes experiências, como Rodrigo Mascarenhas, que assumiu a pasta do Meio Ambiente, e Denise Rambaldi, uma especialista reconhecida na área de conservação, que passou a presidir o Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Ambos são servidores concursados e tiveram suas nomeações comemoradas por alguns segmentos internos.

A situação se torna ainda mais complexa diante das possíveis mudanças com a posse de um novo governador, caso o cenário político evolua para eleições indiretas. Exterioriza-se a preocupação de que qualquer troca de comando nos próximos meses possa exigir novas nomeações e remanejamentos, prejudicando a continuidade da gestão. No momento, o quadro permanece sob atenção, com expectativa por desdobramentos futuros na administração estadual.


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