Uma investigação revelou que, em 2022, um auditor da Receita Federal autorizou a entrada de 144 mil latas de energéticos no Brasil pelo Porto do Rio, apesar de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter proibido a carga após análise. A carga, dividida em 6 mil caixas, foi liberada de maneira irregular, segundo apuraram as autoridades.
De acordo com as investigações, o servidor teria recebido uma propina de aproximadamente R$ 20 mil para autorizar a entrada da carga, cujo nome não foi divulgado. A operação, realizada recentemente por Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal, busca desmantelar um esquema de pagamento de vantagens indevidas para facilitar ou aprovar a liberação de cargas na região portuária do Rio de Janeiro.
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