Golpes no Pix crescem no Brasil e orientação rápida é essencial para recuperar valores

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O Pix, atualmente a principal forma de pagamento no Brasil, conta com mais de 170 milhões de usuários. No entanto, o crescimento em sua adesão também impulsionou o aumento de golpes, levando muitas pessoas a enfrentarem dificuldades para recuperar valores transferidos indevidamente.

A incidência desses crimes envolve estratégias variadas, como o uso de perfis falsos, links fraudulentos, técnicas de engenharia social e anúncios enganosos. Os criminosos empregam esses métodos com o objetivo de convencer as vítimas a realizar transferências rápidas, geralmente sem perceber a armadilha no momento.

A agilidade na reação é fundamental. Segundo orientações de órgãos de controle, solicitar a contestação da transação o mais breve possível aumenta as chances de reverter a operação. Para isso, o procedimento inclui acessar o aplicativo do banco, registrar a disputa ou entrar em contato direto com a instituição financeira.


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