A partir de maio, plataformas de previsão no Brasil estarão proibidas de oferecer opções de apostas relacionadas a esportes, política e entretenimento. A decisão foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) com o objetivo de ajustar o marco regulatório dessas atividades, restringindo-as a temas considerados menos controversos.
Atualmente, somente contratos envolvendo questões econômicas e financeiras, como variações de inflação, taxas de juros ou preços de commodities internacionais, poderão ser comercializados nessas plataformas. Essas novas determinações estão formalizadas na Resolução CMN 5.298, aprovada na noite de quinta-feira (23) e divulgada oficialmente na sexta-feira (24).
O mercado preditivo geralmente funciona como uma espécie de plataforma de apostas, na qual os participantes podem fazer previsões sobre acontecimentos futuros. A mudança na regulamentação visa estabelecer regras mais claras e limitar as operações dessa atividade no país, refletindo a intenção de aprimorar a fiscalização e a conformidade regulatória.
O cenário atual indica que as plataformas de previsão irão ajustar suas ofertas às novas normativas, cobrindo atualmente apenas temas ligados à economia. A expectativa é de que, nos próximos meses, sejam reforçados os procedimentos de fiscalização e cumprimento das regras estabelecidas pelo CMN.
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