No Rio de Janeiro, pontos de comércio de drogas nas zonas Norte e Oeste estão sendo monitorados por usuários no Google Maps, um dos principais aplicativos de geolocalização. Essas localizações têm sido cadastradas sob categorias falsificadas, como “Lojas” ou “Farmácias”, facilitando sua identificação pública e ignorando a presença próxima de unidades de segurança.
Um dos casos mais notorios é no bairro do Jacaré, onde uma área conhecida como “Boca da Praça” aparece no sistema a aproximadamente 400 metros da Cidade da Polícia, que concentra as principais delegacias do estado. Essa exposição ocorre mesmo diante da sensibilidade do local, situado próximo a instalações de segurança pública.
Atualmente, as autoridades enfrentam o desafio de lidar com essa divulgação não autorizada dessas áreas de comércio ilícito, enquanto os usuários continuam a mapear esses pontos de forma individualizada, ampliando a visibilidade de atividades ilegais na região. O avanço dessas ações pode gerar impactos nos esforços de repressão ao crime organizado na cidade.
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