Durante sua infância, o autor cursou o ensino primário no Colégio São Vicente de Paulo, localizado na Tijuca, na área elevada próxima ao Santuário da Medalha Milagrosa. Estabelecimento administrado pelas irmãs de caridade, o colégio oferecia ensino de primeiro grau em um ambiente que também tinha uma abordagem diferenciada em algumas disciplinas.
No método de ensino de geografia utilizado na instituição, as aulas integravam atividades de arte. Os livros didáticos continham mapas em branco que os alunos eram incentivados a colorir, seguindo orientações específicas. As freiras, responsáveis pela instrução, incentivavam uma técnica particular, na qual as pontas dos lápis eram raspadas com uma faca, produzindo um pó colorido. Esse pó era espalhado manualmente com pequenos pedaços de algodão, a fim de diferenciar os estados do Brasil por cores distintas, dada a quantidade de regiões. Os estojo de lápis continham diversas cores, facilitando a distinção entre os diferentes territórios.
A prática era uma das estratégias de aprendizagem, promovendo uma compreensão visual e tátil dos mapas. A narrativa retrata, de forma detalhada, um método de ensino que mesclava formação acadêmica e atividades lúdicas, comum na época e na escola em questão. Ainda não há informações sobre os desdobramentos atuais ou futuras etapas relacionadas ao relato.
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