O ministro Luiz Fux do Supremo Tribunal Federal manifestou-se contrariamente à realização de eleições diretas para o cargo de governador do Rio de Janeiro, defendendo a manutenção do procedimento de escolha indireta por meio da Assembleia Legislativa do Estado. Sua posição argumenta que duas eleições em um período de seis meses provocariam elevados custos e dificultariam a logística da Justiça Eleitoral.
A discussão no STF foi motivada pela condenação de Cláudio Castro pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e sua posterior renúncia, temas que reacenderam o debate sobre o método de realização do próximo pleito estadual. Atualmente, o tribunal mantém um empate de 1 a 1 na votação, com o relator Cristiano Zanin apoiando a realização de eleições diretas. O julgamento será retomado nesta quinta-feira (9) para prosseguir com a análise do tema.
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