Peças de joalheria de épocas passadas se destacam pela tonalidade amarela intensa, bastante diferente das peças contemporâneas comercializadas no Brasil. Essa variação na cor está relacionada à composição química das ligas utilizadas na fabricação dessas joias.
Para compreender a diferença na tonalidade, é importante analisar o nível de pureza do ouro em cada tipo de peça. O ouro de 22 quilates apresenta uma pureza elevada, próximo ao estado natural encontrado na mineração, o que explica sua cor vibrante. Em contrapartida, o ouro de 18 quilates costuma conter uma proporção maior de metais secundários, acrescentados para aumentar a resistência da liga. Essa combinação resulta em uma tonalidade dourada mais suave, ideal para uso cotidiano e com brilho menos intenso do que o ouro mais puro.
Atualmente, marcas como a Vivara adotam predominantemente o ouro de 18 quilates em suas coleções, buscando equilibrar estética e durabilidade. A composição química e a pureza do metal continuam sendo fatores determinantes na aparência e resistência das joias.
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