Volta Redonda, com uma população de aproximadamente 261 mil habitantes, atualmente destaca-se por sua elevada qualidade de vida para idosos, sendo reconhecida como uma das cidades do Rio de Janeiro com melhor índice de saúde na avaliação do ranking Connected Smart Cities. A cidade, que conta com mais de 55 mil residentes acima de 60 anos, deixou de ser apenas uma referência industrial para se consolidar como um centro de cuidado integral ao envelhecimento, oferecendo uma infraestrutura que inclui hospitais, programas de longevidade e áreas verdes acessíveis.
A trajetória de transformação de Volta Redonda remonta à década de 1940, com a implementação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), ordenada pelo então presidente Getúlio Vargas. A cidade foi planejada para suportar a fábrica, com a criação de uma vila operária, além de serviços de saúde, educação e lazer destinados aos trabalhadores e suas famílias. Ao longo dos anos, os investimentos em infraestrutura social evoluíram, viabilizando uma rede de atendimentos voltada às necessidades da população idosa e contribuindo para a sua reputação atual em bem-estar e saúde.
Atualmente, a cidade busca ampliar suas ações voltadas ao envelhecimento ativo, adotando estratégias que promovem a inclusão, a prevenção de doenças e a integração social. O município permanece atento às possibilidades de fortalecimento de seus programas de cuidado à terceira idade, consolidando seu papel como um exemplo de cidade que combina herança industrial com políticas públicas voltadas ao envelhecimento saudável.
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