Polícia revela operação de máfia de cigarros com agentes penais no Complexo de Gericinó

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Investigações na Secretaria de Estado de Administração Penitenciária apontam a atuação de uma suposta rede de contrabando de cigarro nos presídios do Rio de Janeiro, incluindo o Complexo de Gericinó. De acordo com informações obtidas, policiais penais estariam envolvidos em uma organização que movimenta produtos ilegais dentro do sistema prisional.

No âmbito das apurações, quatro funcionários foram afastados ou suspensos em 2025. Entre eles, destaca-se o diretor de uma das unidades penitenciárias situadas em Bangu, na Zona Oeste. A Subsecretaria de Inteligência do Sistema Penitenciário identificou que há casos frequentes de apreensão de maços de cigarro contrabandeados ou falsificados, indicando uma disputa pelo fornecimento desses produtos entre agentes penitenciários. Tal situação é vista como a formação de uma espécie de “máfia interna”, envolvendo o tráfico de drogas e outros ilícitos no ambiente carcerário.

Atualmente, as investigações continuam em andamento e os órgãos responsáveis buscam esclarecer os detalhes e o alcance dessa organização dentro do sistema penitenciário.


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