Foragido desde 2018, acusado de gerenciar tráfico em Duque de Caxias é preso

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Um homem acusado de gerenciar a venda de drogas em uma comunidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, foi preso após permanecer foragido desde 2018. A prisão foi realizada por policiais penais da Divisão de Busca e Recaptura (RECAP), da Secretaria de Estado de Polícia Penal do Rio de Janeiro (SEPPEN-RJ), a partir de levantamentos de inteligência e de informações recebidas pelo Disque Denúncia.

De acordo com a Polícia Penal, o acusado foi localizado em um imóvel na Rua Alexandrino Pinto. Contra ele havia um mandado de recaptura expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), em razão da fuga do sistema penitenciário.

O homem, conhecido como “Bradock” e oriundo da Comunidade do Dique, ingressou no sistema prisional em 11 de agosto de 2015, após ser preso no dia anterior na mesma comunidade, em Gramacho, também em Duque de Caxias. Na ocasião, foram apreendidos maconha, cocaína e dois rádios transmissores, escondidos dentro de uma máquina de lavar.

Durante a abordagem, ele teria declarado que trabalhava como vendedor de drogas, conhecido como “vapor”, recebendo R$ 50 por carga, e que depois passou a exercer a função de gerente do chamado “pó de R$ 30”, sob a supervisão de um traficante conhecido como “Rato”.

Condenado a oito anos de prisão por tráfico de drogas, ele progrediu para o regime semiaberto em janeiro de 2018. Em junho daquele ano, recebeu autorização da Justiça para uma saída temporária de Visita Periódica ao Lar (VPL), em comemoração ao Dia dos Pais. Ele deveria retornar à unidade prisional até 18 de agosto, mas não se apresentou, passando à condição de foragido.

Após a recaptura, o mandado judicial foi cumprido e o homem foi encaminhado à 59ª Delegacia de Polícia, em Duque de Caxias, para o registro da ocorrência. Em seguida, foi levado para uma unidade prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Segundo a Polícia Penal, outros 56 detentos que receberam o benefício da saída temporária no mesmo período, em agosto de 2018, também não retornaram às respectivas unidades prisionais e continuam sendo procurados por agentes da RECAP. A população pode colaborar com as buscas pelo Disque Denúncia, no telefone 2253-1177, que funciona 24 horas por dia, com garantia de anonimato.


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