Uma família de São Gonçalo enfrenta dificuldades após a suspensão do atendimento hospitalar domiciliar, que garante cuidados essenciais a uma paciente de 44 anos com esclerose múltipla avançada. A paciente depende de traqueostomia e gastrostomia, e a falta de equipe de enfermagem em casa já dura vários dias.
Segundo Reinaldo Malta Assis, irmão e farmacêutico da paciente, o fornecimento do suporte domiciliar, realizado por meio de um serviço de homecare, foi interrompido na última sexta-feira. A assistência era feita pela operadora de saúde Unimed Leste Fluminense, que utilizava a empresa Pionnier para realizar os atendimentos. Contudo, a família relata que, desde junho, a empresa deixou de pagar os técnicos de enfermagem, impossibilitando a continuidade dos serviços.
A falta de recursos impede que a família cubra despesas com transporte, alimentação e outros custos relacionados à assistência. Como consequência, os profissionais que até então prestavam o suporte interromperam suas atividades, deixando o quadro da paciente mais vulnerável. A situação representa uma preocupação constante, uma vez que a assistência domiciliar é crucial para o bem-estar da paciente. Até o momento, novas medidas para retomar o atendimento não foram divulgadas, e a família permanece em busca de soluções.
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