O Movimento de Mulheres de São Gonçalo (MMSG) relembrou, nesta semana, a atuação da juíza Patrícia Acioli, assassinada há 15 anos. A entidade destacou a dedicação da magistrada na luta contra a violência e na defesa dos direitos humanos no município, reforçando a importância de preservar sua memória e fortalecer a rede de proteção às mulheres.
Patrícia Acioli foi vítima de homicídio em 11 de agosto de 2011, quando retornava para casa em Piratininga, Niterói. Na época, ela ocupava a posição de juíza na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo. O crime gerou grande repercussão e impacto na sociedade, evidenciando a violência enfrentada por quem atua na área jurídica e pelos defensores dos direitos civis na região.
Atualmente, a memória de Patrícia Acioli permanece viva entre os defensores dos direitos humanos e grupos que atuam na promoção da igualdade de gênero no município, reforçando a necessidade de ações contínuas para a proteção e o empoderamento das mulheres. O tema permanece em pauta, com debates e iniciativas voltadas ao fortalecimento de políticas de combate à violência e de garantia de direitos.
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