A travessia entre a Estação Charitas, em Niterói, e a Praça XV, no Centro do Rio, registrou na manhã desta segunda-feira (2) atrasos superiores a uma hora e superlotação, afetando passageiros que utilizam a linha.
Usuários relataram tempo de espera de aproximadamente 40 minutos, o dobro do intervalo previsto de 20 minutos, com atraso total calculado em 1h14. Além da demora, houve dificuldade de locomoção a bordo devido à lotação. Passageiros afirmam que atrasos e aglomeração se repetem na estação; um deles disse que a rotina de problemas se repetiu nesta segunda-feira. Outro relatou acompanhar as providências anunciadas, que, segundo ele, ainda não surtiram efeito.
Na segunda-feira (23), passageiros do mesmo trajeto relataram falhas no ar-condicionado, atrasos e superlotação. A situação também foi registrada na Estação Arariboia, no Centro de Niterói. Na ocasião, a concessionária informou que, por conta de uma ocorrência técnica, a linha Charitas operou com intervalos irregulares durante parte da manhã. A empresa atribuiu os atrasos às fortes chuvas e ao acúmulo de lixo flutuante na Baía de Guanabara. Segundo a administração da linha, a taxa de disponibilidade da frota em fevereiro foi impactada, o que ampliou os intervalos das linhas Arariboia e Charitas.
Na sexta-feira (27), a Estação Arariboia apresentou assentos interditados e acúmulo de água no piso. De acordo com relatos, o problema ocorreu nas viagens das 6h36 e por volta das 7h, saindo de Niterói. Havia poças que dificultavam a circulação e impediam o uso de diversos assentos, que foram isolados. Naquele dia, a Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade Urbana, por meio do Consórcio Barcas Rio, informou que realizava ações preventivas nas coberturas das embarcações e que, em razão das chuvas fortes, foi identificado vazamento em uma embarcação pela manhã. Os assentos foram isolados e os reparos seriam feitos assim que as condições climáticas permitissem.
Procurada, a Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade Urbana, por meio do Consórcio Barcas Rio, não havia se manifestado até a publicação desta reportagem.
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