Justiça Federal investiga autoria do sistema que inspirou o Pix, criado pela professora Anette Vernaschi Toppan

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Uma ação judicial na Justiça Federal questiona a origem do sistema de pagamentos instantâneos conhecido como Pix, desenvolvido pelo Banco Central e amplamente utilizado no Brasil. A autora, professora e empresária, alega ter criado, anos antes da implementação do Pix, uma solução chamada “Tá Pago”, registrada na Biblioteca Nacional em 2014.

De acordo com o processo, o projeto “Tá Pago” tinha como foco facilitar transferências eletrônicas rápidas por dispositivos móveis e apresentava características similares ao sistema do Banco Central, levantando dúvidas sobre a propriedade intelectual da ideia. A autora argumenta que seu método de pagamentos digitais foi desenvolvido anteriormente e teria influenciado a criação do Pix.

Na sua petição, Anette Vernaschi Toppan afirma que desenvolveu uma metodologia para pagamentos digitais voltada à simplificação e agilidade nas transações, reforçando a alegação de que sua invenção antecedeu a do banco central. A disputa ainda está em fase de tramitação, sem decisão final sobre o caso.


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