O sistema de bilhetagem eletrônica do município do Rio de Janeiro, conhecido como Jaé, voltou a aplicar uma tarifa de 4% sobre recargas de vale-transporte realizadas por empresas. A cobrança, atribuída pelo Consórcio Bilhete Digital às despesas com serviços adicionais de conveniência, organização e gerenciamento dos vales, foi implementada antes do lançamento oficial de uma novidade chamada serviço “premium”, que ainda não está disponível ao público.
Essa mesma taxa foi cobrada em 2025, mas posteriormente suspensa após uma investigação do Ministério Público que analisou a legalidade da cobrança. Atualmente, a questão permanece sob análise, enquanto o consórcio justificou a cobrança alegando tratar-se de um valor para cobrir serviços extras relacionados à operação do sistema de bilhetagem eletrônico.
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