Subtenente BM Marcelino, do 3º GBM e de Niterói, tornou-se o primeiro bombeiro fluminense a alcançar o cume do Aconcágua, na Argentina, na segunda-feira (2), após 20 dias de expedição sob sensação térmica de -35°C e ventos acima de 70 km/h.
Subtenente BM Marcelino, do 3º Grupamento de Bombeiro Militar (3º GBM) / Crédito: CBMERJ
O Subtenente BM Marcelino, do 3º Grupamento de Bombeiro Militar (3º GBM), tornou-se o primeiro bombeiro fluminense a chegar ao topo do Aconcágua, na Argentina. O cume foi alcançado na última segunda-feira (2), após o início da etapa final da escalada ainda de madrugada.
Durante a ascensão, ele enfrentou sensação térmica de aproximadamente -35°C e ventos superiores a 70 km/h. A expedição durou 20 dias, com rigoroso processo de aclimatação à altitude.
Prestes a completar 26 anos de serviços no Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro (CBMERJ), Marcelino colocou a bandeira do Curso de Salvamento em Montanha (CSMont) no cume do Aconcágua.
Ele concluiu o CSMont em 2002. Como bombeiro militar, destacou-se em provas de resistência extrema, com mais de 70 participações em ultramaratonas no Brasil. Em 2025, completou a ultramaratona Spartathlon, na Grécia, e já havia participado da Bad 135 World Cup.
Considerada a maior montanha das Américas, o Aconcágua tem quase 6.962 metros de altitude e é a montanha mais alta do mundo fora da cordilheira do Himalaia. Aconcágua integra o projeto Seven Summits, que reúne as montanhas mais altas dos sete continentes.
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