Quase dez anos após um incêndio de grandes proporções que atingiu o oitavo andar do Edifício Jorge Machado Moreira, localizado na Cidade Universitária, os danos permanecem visíveis. Parte do pavimento foi recuperada pela gestão atual, mas um trecho ainda encontra-se fechado, aguardando obras de reparo. Além disso, o edifício apresenta problemas na fachada e no telhado, denotando um estado de conservação precário.
Este quadro foi confirmado por uma avaliação técnica realizada pela UFRJ, que classificou o estado de preservação do JMM como “muito ruim”. O relatório integra o Programa de Avaliação de Reabilitação dos Bens Imóveis (REAB), que tem como objetivo monitorar o estado estrutural de diversas unidades da universidade. A análise, solicitada pela reitoria, envolveu o estudo de 142 edificações, correspondendo a mais de 90% do patrimônio imobiliário da instituição, e revelou a gravidade da situação em várias dessas estruturas.
No momento, o edifício permanece parcialmente interditado, e as obras necessárias para sua completa recuperação ainda não foram iniciadas. A universidade acompanha de perto a situação, aguardando recursos e planejamento para avançar com as intervenções estruturais necessárias.
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