Crise na PortosRio leva à exoneração de gerente após pressão por indicações políticas

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A crise na PortosRio teve início com a tentativa de incorporar 21 nomes associados ao grupo político de Waguinho, ex-prefeito de Belford Roxo e aliado do presidente Lula, o que resultou na exoneração do gerente de Recursos Humanos da estatal, Breno Luiz Lunga.

De acordo com informações confidenciais, Lunga resistiu às indicações, alegando que não havia respaldo administrativo para a contratação sob as condições propostas. A principal dificuldade envolvia a falta de autorização prévia do Ministério da Gestão e da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais. Como os cargos destinados aos indicados ainda não tinham sido oficialmente criados, a área de Recursos Humanos dificultou a efetivação das contratações.

Atualmente, o episódio evidencia uma disputa interna na estatal e mostra a complexidade de alinhar interesses políticos e regulatórios no contexto de gestão de empresas públicas. Ainda não há informações definitivas sobre desdobramentos futuros relacionados à situação.


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