Ministra Cármen Lúcia vota para manter regras atuais de partilha dos royalties do petróleo no STF

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A ministra Cármen Lúcia, relatora de processos referentes à redistribuição dos royalties do petróleo no Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quinta-feira (7) pela preservação das regras atuais de repartição dos recursos. Sua posição favorece o Estado do Rio de Janeiro, maior produtor de petróleo do país, e impede a implementação imediata da Lei 12.734/2012, aprovada pelo Congresso para alterar os critérios de distribuição.

Os royalties são valores pagos por empresas do setor petrolífero à União, aos estados e aos municípios, em troca da exploração de petróleo e gás natural. A discussão no STF concentra-se na disputa por uma mudança na divisão desses recursos, com o objetivo de aumentar a participação de estados e municípios não produtores, enquanto reduz a fatia reservada aos entes que têm produção na região.

Atualmente, o entendimento do tribunal mantém as regras vigentes, e os próximos passos do processo ainda dependem de decisões da corte. A análise completa das ações continuará em andamento, definindo o futuro da repartição de royalties do petróleo no país.


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