Requalificação do Armazém André Rebouças na Região Portuária do Rio visa criar grande centro dedicado à memória da população negra

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O Armazém Docas André Rebouças, localizado na Região Portuária do Rio de Janeiro, deve passar por uma transformação significativa. Originalmente construído em 1871 e tombado como patrimônio pelo Iphan em 2016, o espaço foi anteriormente conhecido como Armazém Pedro II. Agora, o local será reabilitado para abrigar um dos maiores centros culturais dedicados à história e à memória da população negra na América Latina.

A iniciativa conta com um aporte financeiro de R$ 86,2 milhões, captado do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. A fase atual envolve a realização do processo licitatório para selecionar a empresa responsável pela execução do projeto de requalificação.

A localização do armazém, em frente ao Cais do Valongo, reforça seu potencial de valorização cultural e histórica. A transformação visa consolidar o espaço como referência no combate ao racismo, na preservação da memória afro-brasileira e na promoção da inclusão social. Novos detalhes sobre o cronograma e as etapas do projeto ainda estão por ser divulgados, aguardando os próximos passos das ações de implementação.


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